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A Natureza dos Tribunais…

Nos tempos que correm é usual – diria mesmo vulgar – referenciar-se o morosidade da Justiça e a desorganização dos Tribunais… pois é uma realidade que facilmente se atesta e que, sucessiva e ciclicamente, serve de estandarte programático para qualquer partido político que ambicione o poder. Celeridade, desburocratização e simplificação processual são princípios comuns, tradicionalmente servindo de mote a medidas reformistas e “milagrosas” que colocarão num ápice a Justiça e os Tribunais num ritmo Ferrari. Pois bem, talvez um simples equívoco conduza todos e cada um por um caminho erróneo… ou talvez não seja equívoco, mas sim ausência de estudo e análise do fundo da questão, ou se preferirmos – e optarmos por terminologia mais científica –, da natureza dos Tribunais. Proponho tão somente para uma profunda reflexão sobre os quês e os porquês – que nos hão-de conduzir às soluções (se é que existem) – uma passagem datada de 1841, de Nicolau Gogol e que, acerca de um diferendo entre dois gr...

Excesso de Luz

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O tempo do iluminismo ficou caracterizado por um período de grande desenvolvimento científico e cultural. Actualmente, vivemos numa Sociedade de Informação ofuscada pelo excesso de informação que conduz a um efeito de contraluz que encandeia qualquer um que busque desenfreadamente Conhecimento e Saber. A Sociedade de Informação, globalizante e em rede, potencia o Conhecimento e o Saber ao mesmo tempo que cria grandes obstáculos à sua propensão, sendo corrosiva de processos de inovação e descoberta de ciência nova. Contudo, e ao mesmo tempo, de forma paradoxal, abrem-se novas portas nas Ciências, pois que a partilha de informação, a sua disponibilização transfronteiriça e em tempo real, permite uma rápida evolução dos processos de desenvolvimento de conhecimento. Porém, e esta poderá ser a conclusão a tirar, o facto da informação estar acessível, disponível, ser válida e íntegra, só por si, isso não conduz o individuo – todo e qualquer um – a que desenvolva um processo de e para o conhe...

Plano suspenso ou é suspense???

De regresso da bruma, empenhando sua espada, reapareço para apenas dizer: Por Portugal no Mundial!!! Quanto ao Plano para um Novo Mundo só posso dizer que é muito difícil ultrapassar o Velho e que o tempo não permite que se sonhe em viver num mundo em que não se vive... o Plano seria e talvez venha a ser a semente! Mas vou voltar à carga... o Blog dos Pretugas está cá para dar (umas pauladas, se for caso disso) e durar!

Gira, que gira... e volta a girar!

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Um país "rico" não precisa de qualquer mudança...

É incrível como neste país se planificam as obras... Ora se nem em coisas tão pequenas como construir uma rotunda se consegue definir que 1º colocam-se as infra-estruturas de rede relativas à água, saneamento, luz e comunicações e só depois se coloca o asfalto, como é que eu (que devo ser estouvado!) idealizo a criação de um PLANO para um Estado Moderno... Mas como o país é rico e até é preciso criar emprego, se calhar está tudo bem (bem demais!) e eu é que ando a precisar de óculos (ou mudar de lentes!).

Início do Plano...

Num mundo corrupto e corrompido como aquele que vivemos temos dois caminhos: - seguirmos pela corrente; - rompermos com os valores instituídos e renovar os princípios da vida em sociedade. O desafio do Plano é precisamente o segundo trilho: há que romper com o passado e com o presente, para, desse modo e só desse, ser possível sair da crise profunda que ataca a sociedade internacional em geral e a portuguesa em particular. Arregaçar as mãos e trabalhar é palavra de ordem! O Estado da Nação está analisado! O Estado da Nação é conhecido! Deu-se mandato de salvação e eis a desgraça pela qual caminhamos... Este Sócrates não é um cidadão do mundo, como outro que em tempos nos contemplou com tamanha sabedoria... mas não é de Nomes que o país precisa! São precisos novos ventos, é preciso uma nova Constituição, com valores democráticos reforçados, baseada em princípios de intervenção representativa directa, com responsabilização dos intervenientes perante o cidadão e perante a sociedade civil....

Sr. Afonso dixit...

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"É a vossa vez de fazerem algo por Portugal!"